Un acercamiento a socios no tradicionales: la evolución del vínculo entre la Argentina y las monarquías del Golfo durante las administraciones de Cristina Fernandéz (2007-2015)


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Ornela Fabani
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Doctora en Relaciones Internacionales, Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (UNR, Argentina). Becaria Posdoctoral del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Ayudante de Primera, con dedicación simple, en la Cátedra “Política Internacional”, en la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (UNR).



Resumo


El objetivo de este trabajo reside en describir y analizar la evolución del vínculo tanto político-diplomático como económico-comercial entre Argentina y las monarquías del Golfo, así como también los factores que explican dicha evolución, durante las administraciones de Cristina Fernández (2007-2015). Mientras tanto, la premisa que recorre el mismo reside en que durante los gobiernos de Fernández las relaciones político-diplomáticas entre Argentina y EAU, Arabia Saudita, Kuwait y Qatar se dinamizaron particularmente a raíz del interés argentino de fortalecer los vínculos económico-comerciales con los referidos Estados. En este sentido, la profundización de estos lazos se explica en función de algunos de los grandes ejes de la política comercial externa argentina que giran en torno a: diversificar los socios comerciales, receptar inversiones e incrementar el volumen de intercambio comercial. Más aún atendiendo a que los actores previamente mencionados son percibidos como potenciales socios en función de la necesidad de las monarquías del Golfo de garantizar su seguridad alimentaria y avanzar en la cooperación tecnológica, esto en un contexto marcado por la crisis financiera internacional.



Palavras-chave


Argentina; monarquías del Golfo; Cristina Fernández; vínculos político diplomáticos; relaciones económico comerciales



Como citar este artigo


Fabani, Ornela (2015). "Un acercamiento a socios no tradicionales: la evolución del vínculo entre la Argentina y las monarquías del Golfo durante las administraciones de Cristina Fernandéz (2007-2015)". JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 6, N.º 2, Noviembre 2015-Abril 2016. Consultado [online] en data de ultima visita, observare.ual.pt/janus.net/pt_vol6_n2_art02



Artículo recibido el 29 de Mayo de 2014 y aceptado para su publicación en el 15 de Octubre de 2015

O referendo escocês de 2014: o processo político antes e depois do voto «Não»


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Sandrina Ferreira Antunes
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Professora Assistente do Departamento de Relações Internacionais e Administração Pública da Universidade do Minho (Portugal) e investigadora científica no Departamento de Ciência Política da Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica). Tem uma licenciatura em Relações Internacionais (Universidade do Minho), mestrado em Antropologia Política (Universidade do Minho) e é doutorada em Ciência Política (Universidade Livre de Bruxelas). O seu trabalho incide sobretudo na área dos movimentos regionalistas e nacionalistas na Europa e interessa-se particularmente pelas formas evolutivas de atividades para-diplomáticas e de mudança de entidades regionais na Europa. Interessa-se também pelos processos descentralizadores, federalistas e regionalistas dentro de todas as categorias dos sistemas políticos. Para além do mundo académico, é colaboradora científica do Instituto Galego de Análise e Documentação Internacional (IGADI) na Galiza e do Centro Maurits Coppieters (CMC), em Bruxelas. O CMC é um think tank patrocinado pelo grupo Europeu EFA no Parlamento Europeu, que promove a investigação sobre regionalismo e nacionalismo na Europa.



Resumo


No dia 18 de setembro de 2014, os eleitores escoceses rejeitaram a independência política por uma margem de 55,3% contra 44,7%. No entanto, durante mais de 16 semanas, duas campanhas opostas – Yes Scotland (Sim Escócia) contra Better Together (Melhor Juntos) – esforçaram-se por convencer a Escócia que a independência política, versus continuidade na União, era a melhor escolha para o futuro da Escócia. Preenchida com muitos momentos inesperados, a campanha foi intensa, vibrante e quase de tirar o fôlego. O objetivo deste artigo é facultar uma explicação coerente e consistente das campanhas escocesas, para que se perceba o sentido do voto "não". Este artigo divide-se em quatro partes: em primeiro lugar, colocamos o referendo no contexto; em segundo lugar, destacamos os principais aspetos das campanhas; em terceiro, descrevemos os passos do processo político até à data e esclarecemos os termos do acordo alcançado no âmbito do Processo Smith. Finalmente, na última parte, fazemos um balanço das lições a aprender com o resultado político do referendo.



Palavras-chave


Referendo escocês; campanhas escocesas; política escocesa; independência política



Como citar este artigo


Antunes, Sandrina Ferreira (2015). "O referendo escocês de 2014: o processo político antes e depois do voto «Não»". JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 6, N.º 2, Novembro 2015-Abril 2016. Consultado [online] em data da última consulta, observare.ual.pt/janus.net/pt_vol6_n2_art04



Artigo recebido em 21 de Abril de 2015 e aceite para publicação em 1 de Outubro de 2015

A ligação segurança-desenvolvimento na Agenda Global para o Desenvolvimento pós 2015


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Carolina Alves Pereira
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Licenciatura em Relações Internacionais, pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (2012). Mestrado em Estudos de Desenvolvimento, pelo ISCTE-IUL (2014).



Resumo


O presente artigo procura analisar a influência que constrangimentos de natureza política e questões de ordem técnica exercem sobre a ligação entre segurança e desenvolvimento, em particular no contexto da discussão sobre a nova agenda para o desenvolvimento global pós-2015. Para tal, começa por posicionar-se teoricamente a ligação em análise de maneira a contextualizar os elementos que mais a influenciam e cuja descrição é pormenorizada logo a seguir. Depois, é exposta alguma da discussão prática em torno da elaboração da agenda pós-2015 para o desenvolvimento, o que contribui para materializar as dificuldades (e as oportunidades) em torno da ligação segurança-desenvolvimento, bem como as perspetivas acerca da inclusão de um objetivo concreto visando essa ligação numa agenda global futura.



Palavras-chave


Ajuda ao desenvolvimento; segurança; ligação segurança-desenvolvimento; constrangimentos; agenda global para o desenvolvimento pós-2015



Como citar este artigo


Pereira, Carolina Alves (2015). "A ligação segurança-desenvolvimento na Agenda Global para o Desenvolvimento pós 2015". JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 6, N.º 2, Novembro 2015-Abril 2016. Consultado [online] em data da última consulta, observare.ual.pt/janus.net/pt_vol6_n2_art05



Artigo recebido em 8 de Março de 2015 e aceite para publicação em 2 de Outubro de 2015

La formación de coaliciones: el caso de Brasil en los BRICS


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Gisela Pereyra Doval
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Dra. en Relaciones Internacionales (UNR). Investigadora del Consejo de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET). Profesora Adjunta de Problemática de las Relaciones Internacionales en la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la misma Universidad. Coordinadora General del Programa de Estudios Argentina-Brasil (PEAB) de la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (Argentina). Investigadora del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET).



Resumo


En este artículo se destaca la importancia de pertenecer a un grupo que ejerza presión a nivel internacional mediante una coalición que persiga objetivos similares. El proceso de construcción de coaliciones ha ocupado un lugar central en las negociaciones multilaterales brasileñas para equilibrar las fuerzas centro-periferia, pero también en lo que respecta a las posibilidades que tiene este país de pertenecer al club de los poderosos. Sostenemos que el grupo BRICS es un escalón en las ambiciones brasileñas en este último sentido. Asimismo, subrayamos los puntos de vista en común así como las diferencias de estos cinco países a nivel multilateral. El objetivo de este artículo es a partir de analizar la estrategia brasileña de formación de coaliciones dilucidar qué tipo de coalición forman los países del llamado BRICS y establecer cuales son las ventajas y desventajas de la participación brasileña en el mismo.



Palavras-chave


Brasil; coaliciones; BRICS; multilateralismo; cooperación sur-sur



Como citar este artigo


Doval, Gisela Pereyra (2015). "La formación de coaliciones: el caso de Brasil en los BRICS". JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 6, N.º 2, Noviembre 2015-Abril 2016. Consultado [online] en fecha de la última visita, observare.ual.pt/janus.net/pt_vol6_n2_art01



Artículo recibido el 11 de Junio de 2015 y aceptado para su publicación en el 30 de Setiembre de 2015

A «modernização conservadora» da Rússia: como silenciar as vozes da oposição


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Richard Rousseau
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Professor Associado de Ciência Política, Universidade Americana de Ras Al Khaimah (Emirados Árabes Unidos).



Resumo


Sob a presidência de Dmitry Medvedev‎ e agora da de Vladimir Putin, a modernização tem sido/é apresentada como um imperativo nacional para o governo russo. Tornou-se um slogan político e um meio de restaurar o poder da Rússia, interna e externamente. Esta campanha serve para promover os interesses de alguns membros da elite russa dentro de um grupo decisório mais alargado. O presente artigo tenta responder à seguinte questão: como é que as elites russas entendem a modernização, tanto historicamente como no contexto atual? Conclui que os "tecnólogos políticos" russos que têm estado no poder nos últimos 15 anos tornaram-se mestres na arte de silenciar as vozes daqueles que têm uma visão crítica das políticas do governo.



Palavras-chave


Rússia, Modernização, Putin, Medvedev, Conservadorismo



Como citar este artigo


Rousseau, Richard (2015). "A «modernização conservadora» da Rússia: como silenciar as vozes da oposição". JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 6, N.º 2, Novembro 2015-Abril 2016. Consultado [online] em data da última consulta, observare.ual.pt/janus.net/pt_vol6_n2_art03



Artigo recebido em 25 de Junho de 2015 e aceite para publicação em 29 de Setembro de 2015