26nov2019 30 anos queda muro berlim

 


 

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IEPAS2020 flyer 

 

IEPAS 2020 – 7ª Conferência Internacional sobre Política e Sociedade na Eurásia

 

A CESRAN International, a Universidade Autónoma de Lisboa e o OBSERVAREtêm o prazer de convidar à entrega propostas de painéis e trabalhos relacionados com todos os aspectos das ciências humanas e sociais na Eurásia, para a conferência que decorrerá na UAL em 14 e 15 de Maio 2020. Mais informações aqui.

 


 

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AVISO: CONTRATAÇÃO

DOCENTE DOUTORADO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS, UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA.

 

O Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa está a recrutar um(a) Professor(a) para disciplinas dos três ciclos de estudo – Licenciatura, Mestrado e Doutoramento.


Pede-se aos interessados que enviem o curriculum vitae e uma carta de motivação até ao próximo dia 19 de Julho de 2019, por e-mail, para o secretariado do Departamento com o endereço: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..


Condição indispensável é o Doutoramento em Relações Internacionais.
Condições de preferência são a experiência docente e a publicação de artigos científicos em revistas de referência internacionais. 
Haverá uma entrevista personalizada aos primeiros cinco selecionados. 


Agradecemos antecipadamente a vossa atenção.

 


 

Última Lição Professor Luís Moita

 


 

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africa subsaariana 12junho

 


 

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Foi apresentado, no passado dia 5 de junho de 2019, na sala dos atos da Universidade Autónoma de Lisboa o “Estudo da Estrutura Diplomática Portuguesa”, elaborado pelo OBSERVARE e que contou com a presença de S. Exa. o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. A apresentação do livro ficou a cargo do Professor Eduardo Paz Ferreira. 

 


 

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aulas abertas america latina

 


 

cursos avançados estudos regionais

 

EURÁSIA | MÉDIO ORIENTE E MAGREBE | ÁFRICA SUBSARIANA | ÁSIA-PACÍFICO | AMÉRICA LATINA

 


 

PG RELIGIOES HISTORIA POLÍTICA 

 

Mais informações aqui.

 


 

IEPAS2019

 

6th INTERNATIONAL CONFERENCE ON EURASIAN POLITICS AND SOCIETY (IEPAS 2019)

 

Organização CESRAN International e OBSERVARE em parceria com IDN, CEI-ISCTE/IUL, CEMAS de La Sapienza di Roma e University of Mount Union, Ohio-USA.

 

Chamada de Artigos, informações e inscrições em http://eurasianpoliticsandsociety.org

 

DATAS LIMITE IMPORTANTES:
Submissão de Resumos: ATÉ 1 de abril, 2019
Inscrição: ATÉ 1 de junho, 2019
Submissão de Artigos: ATÉ 1 de agosto, 2019

 

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No dia 28 de janeiro, na Sala de Atos da UAL, foi assinado o Memorandum of Understanding (MoU) entre o OBSERVARE-UAL e o Centre for Strategic Research and Analysis (CESRAN), co-organizadores da 6th International Conference on Eurasian Politics and Society (IEPAS) que decorrerá na UAL nos dias 4 e 5 de Julho de 2019. O MoU foi assinado pelo Prof. Doutor Luís Moita, Diretor do OBSERVARE e pelo Prof. Doutor Ozgur Tufeki, Diretor-Geral do CESRAN.

Assistiram a esta assinatura, entre outros, o Reitor da UAL, Prof. Doutor José Amado da Silva, o Administrador da CEI/UAL responsável pela investigação, Prof. Doutor José Guilherme Victorino, o responsável pela investigação do CESRAN, Doutor Rahman Dag e representantes dos parceiros nacionais nesta conferência, Cor. Alberto Marinheiro pelo IDN e Doutores Luís Nuno Rodrigues e Ana Mónica Fonseca pelo CEI-ISCTE/IUL. Os outros parceiros institucionais da IEPAS são o CEMAS de La Sapienza di Roma e a University of Mount Union, Ohio-USA.

Antes da assinatura do MoU os elementos da Direção do CESRAN visitaram as instalações da UAL onde decorrerá a IEPAS e tiveram uma reunião de trabalho com o OBSERVARE e os parceiros IDN e CEI-ISCTE/IUL, a fim de coordenarem os preparativos da IEPAS. 

 

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Este trabalho é financiado por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto OBSERVARE - Refª UID/CPO/04155/2019

 


 

ACTIVIDADES ANTERIORES

 


 

Doutoramento em Relações Internacionais: Geopolítica e Geoeconomia

 

Mestrado em Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais

 

Mestrado em Relações Internacionais

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Mariano Aguirre

 

O plenário de investigadores do OBSERVARE deliberou por unanimidade atribuir a Mariano Aguirre o prémio OBSERVARE, por ocasião do II Congresso Internacional “Guerra Mundial e Relações Internacionais (100 anos depois de 1914)”. O sentido do prémio é justamente a homenagem a pessoas individuais ou colectivas que se tenham distinguido, seja pela criatividade intelectual, seja pela prática relevante, como contributo à compreensão das realidades internacionais, à solidariedade entre os povos ou à resolução pacífica dos conflitos.

O percurso pessoal de Mariano Aguirre descreve um itinerário de grande coerência, onde tem relevo o persistente empenho em favor da causa da paz entre as comunidades humanas e da pacificação da conflitualidade internacional. Oriundo da Argentina, vive quase toda a sua vida em Espanha, mas o seu trabalho leva-o para outros lugares, desde Nova Iorque até Oslo. Tal experiência cosmopolita tem estado ao serviço dos valores da paz e da solidariedade. Durante anos dirigiu o CIP – Centro de Investigación para la Paz – em Madrid, na mesma cidade onde mais tarde foi coordenador dos programas Paz e Segurança e Direitos Humanos da FRIDE – Fundación para las Relaciones Internacionales y el Diálogo Exterior. Antes disso, foi Director Associado do Transnational Institute (Madrid e Amsterdão) e, em 2003-2005, Officer do Programa Peace and Security na Fundação Ford em Nova Iorque. Desde 2009 dirige o prestigiado NOREF – Norwegian Peacebuilding Resource Centre, de Oslo, uma fundação que articula os estudos de especialistas e os instrumentos de decisão política, no âmbito da acção diplomática norueguesa, com um reconhecido papel global na promoção do conhecimento e da prática a favor da prevenção e da resolução de conflitos violentos.

O pensamento empenhado de Mariano Aguirre tem notável eco na imprensa internacional, escrita e falada, com expressão em órgãos tão diferentes como sejam OpenDemocracy, Le Monde Diplomatique, El País, Política Exterior, BBC World Service, Publico e Radio France International. Os seus numerosos escritos – livros, ensaios, relatórios, artigos – constituem um património valioso, tanto conceptual como operacional, dirigido tanto ao conhecimento como à acção.

As suas intervenções universitárias têm-se multiplicado em Espanha, mas também em Portugal, designadamente na Universidade Autónoma de Lisboa onde Mariano Aguirre é Professor Visitante. De há muitos anos tem colaborado regularmente com o anuário JANUS e tem honrado as iniciativas da unidade de investigação OBSERVARE com um apoio de alto nível e uma solidariedade sempre disponível.

O prémio OBSERVARE é o justo reconhecimento de um exemplo inspirador e de décadas de dedicação a causas fundamentais do nosso tempo. A sua atribuição a Mariano Aguirre comprova a nossa convicção de que a configuração do tecido internacional também é moldada pela acção individual e que pessoas concretas podem ser construtores de sociedades novas.

Lisboa, 2 de Julho de 2014

 

 

oit

OIT

 

A OIT – Organização Internacional do Trabalho – é um organismo multilateral quase secular, que sobreviveu às múltiplas vicissitudes do século XX, após a sua criação como parte do Tratado de Versalhes e da Sociedade das Nações, na sequência da I Guerra Mundial. A sua premissa de que a paz universal e duradoura só pode ser estabelecida se baseada na justiça social e a sua composição tripartida – governos, empregadores, trabalhadores – constituem traços peculiares donde resulta uma especial autoridade e um reconhecido prestígio. Primeira agência especializada da Organização das Nações Unidas, desde 1946, a OIT tem dado um contributo inestimável para a justiça internacional e para a dignificação do trabalho humano. Quando celebrou o seu 50º aniversário, em 1969, mereceu a atribuição do Prémio Nobel da Paz, como forma de reconhecimento da sua influência na regulação internacional e na pacificação da conflitualidade nas nossas sociedades. A OIT continua a destacar-se pelo seu empenho no sentido da redução da pobreza, de uma globalização justa e na melhoria das oportunidades para que homens e mulheres possam ter acesso a trabalho digno e produtivo em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana.

Ao decidir atribuir pela primeira vez o Prémio OBSERVARE, o plenário dos Investigadores, reunidos na Universidade Autónoma de Lisboa, deliberou por unanimidade fazê-lo à OIT por ocasião do II Congresso Internacional. O sentido do prémio é justamente a homenagem a pessoas individuais ou colectivas que se tenham distinguido, seja pela criatividade intelectual, seja pela prática relevante, como contributo à compreensão das realidades internacionais, à solidariedade entre os povos ou à resolução pacífica dos conflitos. Enquanto estudiosos da área científica das Relações Internacionais somos sensíveis à importância da OIT neste domínio, na medida em que representa o melhor do multilateralismo e em que se movimenta nesse fluxo transnacional do trabalho digno e produtivo. Homenagear a OIT é também confirmar que não nos limitamos a uma visão da vida internacional entendida como choque entre interesses de potências, mas também como processos cooperativos que se desenrolam para além das fronteiras.

De realçar, igualmente, o crescente protagonismo da língua portuguesa na OIT, em grande parte fruto da estreita articulação entre os Escritórios da OIT em Lisboa e em Brasília, bem como o reforço da cooperação com o espaço lusófono e com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Exemplo disso é a preparação de um Memorando de Entendimento entre a OIT e a CPLP, estando prevista a assinatura de um Protocolo entre as duas Organizações ainda este ano de 2014, em Genebra, e que pretende desenvolver a cooperação mútua em áreas de interesse comum.

Como portugueses temos presente que ainda recentemente, em Novembro de 2013, a OIT tornou público um importante estudo intitulado “Enfrentar a crise do emprego em Portugal: que caminhos para o futuro?”. Tal atenção às duras realidades do nosso país e o sentido positivamente construtivo das propostas ali avançadas são razões acrescidas para – enquanto cidadãos portugueses e enquanto cientistas sociais – prestarmos homenagem à OIT.

No âmbito do II Congresso Internacional do OBSERVARE, em que nos debruçamos sobre o tema “Guerra mundial e Relações Internacionais (100 anos depois de 1914)”, tem toda a oportunidade a atribuição deste prémio à OIT, símbolo de um mundo mais humanizado e promessa de um relacionamento internacional mais justo.

Lisboa, 2 de Julho de 2014

 

 

Prémios OBSERVARE

 

O OBSERVARE decidiu instituir um prémio destinado a homenagear pessoas individuais ou colectivas que sejam exemplos inspiradores, seja pelos contributos intelectuais, seja pela acção dirigida à solidariedade entre os povos ou à resolução pacífica dos conflitos. É uma iniciativa que visa abrir a prática universitária aos movimentos positivos que percorrem o nosso mundo e complementar o estudo científico com o exercício da cidadania cosmopolita.

O prémio consiste numa pequena escultura inspirada no logótipo do OBSERVARE: uma representação que evoca os zigurates da antiga Mesopotâmia, em forma de pirâmide, lugares de culto e também de observação de vastos espaços. O autor dessa obra escultórica é o Arquitecto João Pancada Correia, dirigente da UAL, portador de uma longa tradição de intervenções artísticas.

Na sua reunião plenária de 5 de Junho de 2014, os investigadores da área das Relações Internacionais deliberaram atribuir pela primeira vez o prémio OBSERVARE, por ocasião do II Congresso, à Organização Internacional do Trabalho e ao Professor Mariano Aguirre. A entrega dos prémios teve lugar no final do jantar oferecido pela UAL a todos os congressistas, no dia 2 de Julho de 2014.

 

Em 2017, por ocasião do III congresso, os prémios OBSERVARE foram atribuídos ao Conselho Português para os Refugiados, que há 25 anos apoia os requerentes de asilo em Portugal, e à Dr.ª Catarina Albuquerque, que se distinguiu internacionalmente pelo reconhecimento do acesso à água potável e ao saneamento básico como direitos humanos fundamentais.

 

 

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